Serviços - Prótese Removível Esquelética
Catálogo de Casos (1-26)
Indice
Caso Nº 1 – Prótese Superior Amortizada
Caso Nº 2 – Prótese Inferior Com Charneira
Caso Nº 3 – Superior Simples Apoiado
Caso Nº 4 – Parcial Inferior Estático-Dinâmico Com Dupla Barra Para Duas Extremidades Livres
Caso Nº 5 – Parcial Superior Estético Fonético Em Ouro
Caso Nº 6 – Parcial Inferior Rotativo Com Ganchos Dinâmicos Para Duas Extremidades Livres
Caso Nº 7 – Parcial Superior Rígido Com Extremidade Livre
Caso Nº 8 – Parcial Superior Rígido De Eixo Rotativo
Caso Nº 9 – Caso De Paradentose Superior
Caso Nº 10 – Caso de Paradentose Inferior Prótese De Fixação
Caso Nº 11 – Prótese Unilateral Superior (Tipo ROAC)
Caso Nº 12 – Placa Palatal Ouro
Caso Nº 13 – Placa Inferior Ouro
Caso Nº 14 – Placa Parcial Superior
Caso Nº 15 – Placa De Total Contacto Metálico Inferior
Caso Nº 16 – Prótese Superior Com Charneira
Caso Nº 17 – Prótese Superior De Charneira Com Placa Auxiliar
Caso Nº 18 – Prótese Parcial Superior Ouro
Caso Nº 19 – Prótese Parcial Superior Ouro Com Duas Extremidades Livres
Caso Nº 20 – Prótese Superior Com Charneira
Caso Nº 21 – Prótese Superior Rígida Com Duas Extremidades Livres
Caso Nº 22 – Superior Parcial Apoiado
Caso Nº 23 – Parcial Inferior Apoiado
Caso Nº 24 – Superior Estético Fixado Na Parte Posterior
Caso Nº 25 – Inferior Estético Anterior Fixado Na Parte Posterior
Caso Nº 26 – Parcial Superior De Faixa Dental
CASO Nº 1 – Prótese Superior Amortizada
Os dentes 7+4+3+3+4 apresentam-se pela sua favorável disposição e solidez para uma prótese de carga dental e cisão de
gengiva.
Carga dental – Os 3 ganchos de Ney e os dois apoios, situados nos tubérculos dos caninos, garantem: apoio, ligação e
retenção.
Carga gengival – É amortecida pelos dois Biaggi que permitem dois movimentos: um limitado pela mola e um amplo movimento
de charneira.
Amortecedores – Este amortecedor que montado só, ou justamente com uma articulação simples, ficaria demasiadamente móvel,
acopolado adquire uma função de equilibrador com movimento controlado.
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CASO Nº 2 – Prótese Inferior Com Charneira
Neste caso os dentes 4 – 4 – 7 apresentam-se pela sua favorável disposição e solidez para uma prótese de carga dental com
cisão da gengiva.
Carga dental – A fixação rígida dos 4 – 4 – 7 com ganchos de Ney permite-nos uma ancoragem de superfície e por conseguinte
a máxima possibilidade de rotação dessa mesma prótese em volta da linha de passagem.
Charneira – É o amortecedor de eleição. Fundida num tempo único, de volume mínimo, permite-nos a sua utilização mesmo
quando a mastigação é muito baixa.
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CASO Nº 3 – Superior Simples Apoiado
Executado simplesmente, com fio contínuo nos 4+3/4 ganchos de Ney, nos 7+5/5+7 e duas barras quebra-forças que ligam as
cavidades edêntulas nas quais foram preparadas as retenções para o acrílico.
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CASO Nº 4 – Parcial Inferior Estático-Dinâmico Com Dupla Barra Para Duas Extremidades Livres
Executado com dois ganchos Ney nos 3/3 unidos por um fio contínuo que impede o revirar da prótese, uma barra de contenção
do bloco retentor, e uma segunda barra ligada à primeira pelo centro para dar liberdade de movimento às duas cavidades livres.
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CASO Nº 5 – Parcial Superior Estético Fonético Em Ouro
Executado com dois ganchos estéticos aproveitando o ângulo agudo distal dos 3/3 e com dois ganchos em argolas nos 7/7.
As cavidades estão unidas entre si por uma barra posterior que dá ampla liberdade fonética ao paciente.
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CASO Nº 6 – Parcial Inferior Rotativo Com Ganchos Dinâmicos Para Duas Extremidades Livres
Executado com dois ganchos dinâmicos que permitem à prótese de girar sobre Rest evitando torções nas pilastras ligadas por
uma barra lingual.
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CASO Nº 7 – Parcial Superior Rígido Com Extremidade Livre
Executado com barra palatina sinuosa. O todo ancorado num polígono de carga dental 7+5/4. A barra contrapõe-se às forças
exercidas sobre a extremidade livre desviando-as com o auxílio do tubérculo maxilar esquerdo para a parte direita apoiada
nos 7+5/, aliviando a sobrecarga sobre /4.
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CASO Nº 8 – Parcial Superior Rígido De Eixo Rotativo
Executado para permitir à prótese girar sobre os apoios não provocando torções sobre as pilastras durante o afundamento das
extremidades livres, com dois ganchos elaborados que têm o seu Rest nos ângulos mesio-palatais, dando vida ao eixo rotativo,
a placa anterior a estes impede que a prótese se revire.
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CASO Nº 9 – Caso De Paradentose Superior
Prótese de fixação mediante fio contínuo sobre a parede palatal dos 7 + 6 + 5 + 4 + 3 + 2 + 1 + 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7,
com embreiagens vestíbulo-bucais interdentais e reforçado pela barra palatina circular.
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CASO Nº 10 – Caso de Paradentose Inferior Prótese De Fixação
Os dentes 6 – 5 – 4 / 4 – 5 – 6 estão fixados com fio contínuo circular unido a uma barra lingual quebra-forças, ganchos
retentores estéticos sobre os 3 – 3 e ganchos de argola revirados sobre os 7 – 7, e cavidade predisposta para a aplicação
dos 2 – 1 – 1 – 2 que faltam.
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CASO Nº 11 – Prótese Unilateral Superior (Tipo ROAC)
Neste caso especial presta-se para uma prótese monolateral de carga dental apoiada em 4 + 7.
Os dois ganchos Ney com apoios garantem retenção idónea.
A porção palatal da cavidade impede movimentos rotativos sobre os apoios aumentando a estabilidade.
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CASO Nº 12 – Placa Palatal Ouro
Prótese de placa fundida com post-dam metálico e rede retentora elevada.
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CASO Nº 13 – Placa Inferior Ouro
Prótese de placa de contacto inteiro com moldura e pivot de retenção para os dentes, executada para alergias especiais
das mucosas às resinas.
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CASO Nº 14 – Placa Parcial Superior
Placa superior auxiliar porquanto os dentes pilastras não estão em condições de suportar cargas excessivas.
Construída com rede sobre a linha do A para um post-dam de resina, e dois ganchos que não provoquem torções aos dois
4 + 4, com apoios situados nos ângulos mesiais.
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CASO Nº 15 – Placa De Total Contacto Metálico Inferior
Executada inteiramente em cromo-cobalto devido a particular alergia à resina acrílica, das fibro-mucosas gengivais
e vestíbulo-bucais.
Observem-se as zonas metálicas em correspondência com zonas citadas.
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CASO Nº 16 – Prótese Superior Com Charneira
Executada com esmero porquanto apresentava diastema, papilas e rugas palatinais acentuadas. Para evitar um esmagamento das
mesmas e para aplicar dentes separados, construiu-se com um critério singular, aplicando uma charneira para poder separar a
parte estática da dinâmica representada do lado esquerdo.
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CASO Nº 17 – Prótese Superior De Charneira Com Placa Auxiliar
Executada com placa de preferência extensa (porquanto os dentes que ficaram não são muito idóneos), a contacto com os
anteriores, excluindo a papila central.
Charneira do lado esquerdo para permitir à cavidade livre de se afundar sem
carregar o polígono da ancoragem.
Notam-se as partes retentoras dos ganchos nas paredes palatais de 7 + e 4 +.
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CASO Nº 18 –Prótese Parcial Superior Ouro
Os dentes restantes com capacidade para suportar uma prótese de só carga dental. Fica ancorada com 4 ganchos nos
7 + 5 / 5 + 7 e fio contíbuo nas paredes palatais dos 5 + 4 + 3 + 2 + 2 + 3 + 4 + 5 que reforçado pela barra auxiliar
permite suportar a carga dos 1 + 1.
A carga palatina diminui a elasticidade dada a amplitude do caso.
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CASO Nº 19 – Prótese Parcial Superior Ouro Com Duas Extremidades Livres
Construída com liga de ouro com fixação dos restantes dentes.
Os ganchos 5 + 5 foram feitos de modo que com o seu apoio de oclusão e o de união à placa no ângulo mesio-palastal, permitem
maior liberdade às duas cavidades posteriores evitando uma sobrecarga de torção sobre os dentes pilastras.
Note-se a posição do apoio e da união à placa.
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CASO Nº 20 – Prótese Superior Com Charneira
Executada com porções 7 + 4 / 4 + e porção dinâmica mediante charneira no lado esquerdo. No 4 da direita foi aplicado um
gancho de acção posterior de Ney, porque o dente apresentava ângulo agudo distal, a papila central excessivamente descoberta,
o apoio no 1 foi acrescentado para ampliar o lado direito do polígono de ancoragem.
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CASO Nº 21 – Prótese Superior Rígida Com Duas Extremidades Livres
Executada evitando o fio contínuo nos incisivos porque distalizados, e não havendo um polígono idóneo 5 + 3 / 4 para
uma solução estático-dinâmica, optou-se por uma prótese rígida, confiando na tuberosidade maxilar.
Dada a extensa amplitude das zonas edêntulas as duas barras funcionam como equilibradoras das forças.
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CASO Nº 22 – Superior Parcial Apoiado
Executado cuidando em especial da estética ancorando a prótese aos 7 + 5 / 5 + 7 que se apoia nos 2/2 e nos 4/4 reduzindo o
braço de alavanca provocado pela distância dos dentes anteriores que faltam aos 6/6.
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CASO Nº 23 – Parcial Inferior Apoiado
Executado com ganchos de acção posterior de Ney sobre 5/5 e dois ganchos Akers nos 7/7, fio contínuo de Kennedy nos 4/4 e
dois ganchos estáticos nos 3/3, o todo ligado por uma barra lingual portadora das retenções para o acrílico.
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CASO Nº 24 – Superior Estético Fixado Na Parte Posterior
Executada com 2 ganchos Robusti tipo nº 1 de Ney, ligados a uma placa metálica portadora dos dentes que faltam
2 + 1 / 1 + 2 apoiados nos 3/3.
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CASO Nº 25 – Inferior Estético Anterior Fixado Na Parte Posterior
Executado no polígono 6 4/6 com ganchos de Ney nos dentes citados e barra lingual portadora do acrílico anterior.
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CASO Nº 26 – Parcial Superior De Faixa Dental
Executado com faixa metálica em contacto com os dentes restantes com ganchos nos 7 + 5 / 5 + 7, o articulado permitiu fazer
os dois ganchos nos 5/5 evitando fazer ganchos pouco estéticos nos 3/3.
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